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NASA testa avião hipersônico NASA testa avião hipersônico(0)

Um consórcio formado por institutos de pesquisa dos EUA e da Austrália, liderados pela NASA, testou com sucesso um protótipo de avião hipersônico.

É a primeira vez que um veículo hipersônico está sendo avaliado em uma bateria consistente de testes, e usando combustível derivado de petróleo.

Este foi o primeiro de uma série de 10 lançamentos, que estão acontecendo na ilha de Kauai, no Havaí.

Voos hipersônicos

A NASA liderou durante vários anos as pesquisas com voos hipersônicos, sobretudo com o seu lendário X-43.

Mais recentemente a Austrália surgiu no páreo, detendo hoje o recorde mundial de velocidade com seu protótipo HyCAUSE, que superou Mach 20.

 

 

Agora unidas, as equipes começaram os testes do programa HIFiRE (Hypersonic International Flight Research Experimentation Program), que planeja desenvolver as tecnologias fundamentais necessárias para alcançar uma capacidade de voo hipersônico na prática.

O voo hipersônico é definido como aquele com velocidades a partir de Mach 5, ou seja, cinco vezes a velocidade do som.

Motor hipersônico

O “avião hipersônico” que acaba de ser testado é pouco mais do que um “motor voador” – algo como uma turbina voadora, em uma comparação com os aviões comerciais.

Ele consiste em uma entrada regulável de ar, que permite a aceleração, o combustor estatojato propriamente dito, e dois canos de escapamento. Em volta há espaço suficiente para circuitos de controle e comunicações.

O HIFiRE foi impulsionado por um foguete de três estágios, até uma altitude de 30.000 metros, quando então foi acionado seu motor estatojato (scramjet).

Partindo da velocidade atingida pelo foguete, equivalente a Mach 6 (7.350 km/h) o HIFiRE acelerou até Mach 8 (9.800 km/h) e sustentou o voo hipersônico durante 12 segundos.

O tempo de voo parece pouco, mas foi considerado uma grande conquista para um voo em velocidades hipersônicas – sintomaticamente, é exatamente o mesmotempo de voo alcançado pelo X-51A, da NASA, há cerca de dois anos.

Transição subsônica para supersônica

A carga útil do HIFiRE inclui mais de 700 instrumentos e sensores, que coletam e transmitem os dados para os pesquisadores em terra.

“Este teste nos dará dados científicos únicos sobre a transição da combustão de subsônica para supersônica – algo que não podemos simular em túneis de vento,” disse Ken Rock, engenheiro da NASA que coordena o projeto.

Isto foi possível porque, enquanto estava sendo impulsionado pelo foguete, o avião hipersônico manteve sua entrada de ar mais fechada, reduzindo o fluxo de ar para o equivalente a Mach 1.

Ela foi totalmente aberta para que fosse possível atingir Mach 8, efetuando a transição da combustão interna do estatojato de subsônica para hipersônica.

Petróleo hipersônico

O uso de combustível derivado de petróleo também é uma novidade, uma vez que, até agora, os testes eram feitos com alimentação a hidrogênio.

Embora o hidrogênio seja mais reativo, um derivado do petróleo oferece muitas vantagens, incluindo a simplicidade operacional e uma maior densidade de combustível, permitindo que os aviões hipersônicos possam transportar mais combustível e voar mais tempo.

Via: http://www.inovacaotecnologica.com.br

Bico ultrassônico muda a forma a água é usada para limpeza Bico ultrassônico muda a forma a água é usada para limpeza(0)

Bico de limpeza de água

Fabricantes de lavadoras de alta pressão, preocupai-vos.

Cientistas da Universidade de Southampton, no Reino Unido, desenvolveram um novo equipamento que poderá revolucionar a forma como a água é utilizada para limpeza.

O acessório, cujo protótipo é adaptável a torneiras comuns, limpa a sujeira incrustada em superfícies usando apenas água com bolhas e ultrassom, dispensando a pressão.

Os professores Tim Leighton e Peter Birkin ressaltam ainda que seu aparelho funciona com água fria, “com um mínimo de aditivos” e consome energia elétrica equivalente a uma lâmpada.

Dadas as dimensões do protótipo, eles afirmam que a tecnologia pode ser usada para lavar mãos e folhas de alface, mas também serve para limpeza em grandes volumes, incluindo hospitais e indústrias.

Água para fabricar processadores

Muito se fala do uso doméstico da água, mas pouco se fala do seu uso industrial.

Por exemplo, para produzir 1 tonelada de lã, gasta-se 100 toneladas de água pura.

Para fabricar o processador do seu computador, é necessário passar a água por 12 processos de filtragem, para que não restem partículas menores do que 20 nanômetros – elas não podem ser maiores do que um transístor.

E são consumidos cerca de 60 litros dessa água superpura para fabricar um único processador.

Contudo, para ficar apenas em dois exemplos, a limpeza da água hoje depende de tecnologias que consomem muita energia.

Isso ocorre principalmente quando a sujeira não se convence facilmente a sair das superfícies, o que exige tratamentos mais contundentes – geralmente água fervente sob alta pressão.

Bolhas de ar e ultrassom

O novo bico limpador de água tenta resolver isto gerando bolhas e ultrassom.

Ambos percorrem o fluxo de água, onde as bolhas atuam como “purificadores inteligentes microscópicos”, segundo os pesquisadores, removendo a sujeira por meio de forças de cisalhamento.

O dispositivo pode ser utilizado em altas e baixas potências, o que o torna adequado tanto para uso doméstico quanto industrial.

O dispositivo utiliza menos água e energia do que os sistemas de pressão equivalentes – aproximadamente 2 litros/minuto, em comparação com 20 litros/minuto, e menos de 200 W, em comparação com 2kW.

O maior ganho energético vem da utilização de água fria, economizando a energia normalmente usada no aquecimento da água.

Outra vantagem é que o sistema gera menos aerossóis, pequenas partículas atmosféricas de água que podem carregar as impurezas retiradas da água e contaminar outras superfícies, um elemento importante em utilização industrial.

Energia viral: Eletricidade é gerada por vírus Energia viral: Eletricidade é gerada por vírus(0)

Biogerador

Não fazer mal à saúde já é uma grande coisa quando se trata de vírus.

Mas um vírus comedor de bactérias, chamado bacteriófago M13, pode virar o jogo, e se transformar em uma nova opção no emergente campo da “colheita de energia“, que busca dispositivos capazes de gerar potências suficientes para alimentar aparelhos eletrônicos portáteis.

A técnica mais usada nesses pequenos nanogeradores de energia emprega materiais piezoelétricos, que geram energia quando são submetidos a uma tensão mecânica – quando são apertados ou dobrados.

Seung-Wuk Lee e seus colegas do Laboratório Nacional Lawrence Berkeley, nos Estados Unidos, queriam uma opção mais biológica e mais “verde” do que as ligas piezoelétricas tradicionais.

Eles se voltaram então para um material biológico que possui a propriedade da piezoeletricidade: vírus geneticamente modificados.

Vírus geradores de energia

Já existem várias pesquisas usando os vírus bacteriófagos M13, inclusive na construção de baterias, mas ninguém até hoje havia demonstrado que eles são piezoelétricos.

Os pesquisadores demonstraram que o efeito é gerado por proteínas em formato de mola, localizadas na capa externa do vírus.

Como o efeito não era muito forte, eles usaram engenharia genética para adicionar quatro aminoácidos com carga negativa em uma das extremidades da proteína helicoidal.

Essas moléculas aumentam a diferença de carga entre as extremidades positiva e negativa da proteína, aumentando a energia gerada pelo vírus.

As vantagens começaram na hora de fabricar o biogerador: os vírus são bem comportados e organizam-se autonomamente, formando um filme sobre o substrato que o projetista escolher.

E, como um bom vírus, ele se multiplica rapidamente, alcançando a cifra de milhões em algumas horas, o que significa que nunca faltará matéria-prima para os biogeradores.

Biogerador piezoelétrico

O nanogerador foi construído sobre um material flexível, para poder ser flexionado ou comprimido, de forma a extrair a energia dos vírus.

O efeito foi aumentado usando várias camadas do vírus. Os testes indicaram que 20 camadas produzem o efeito piezoelétrico mais forte.

O protótipo produz 400 milivolts de tensão, e fornece uma corrente de 6 nanoamperes, suficiente para alimentar um módulo LCD.

“Nós estamos trabalhando em formas de melhorar esse protótipo,” disse Lee. “Como as ferramentas da biotecnologia permitem a fabricação em larga escala de vírus geneticamente modificados, materiais piezoelétricos baseados em vírus poderão oferecer uma rota simples para alimentar os aparelhos microeletrônicos do futuro.”

Os pesquisadores afirmam que pretendem construir uma versão do biogerador piezoelétrico com potência suficiente para transformar um sapato em um gerador de energia.

Pelo menos dois grupos já apresentaram versões diferentes de sapatos geradores de energia, um dos quais usando os materiais piezoelétricos inorgânicos tradicionais:

Via: http://www.inovacaotecnologica.com.br/

Olho biônico a laser usa retina artificial de células solares Olho biônico a laser usa retina artificial de células solares(0)

Cientistas implantaram minúsculos dispositivos, semelhantes a células solares, por trás da retina de animais de laboratório, criando uma nova espécie de retina artificial.

A expectativa é que, em um futuro próximo, a nova prótese – também conhecida como olho biônico - possa restaurar a visão de pessoas que não podem enxergar devido a doenças oculares degenerativas.

Projetor a laser

O projeto da retina artificial inclui um par de óculos que possui uma câmera de vídeo e uma espécie inovadora de projetor, além de um microcomputador de bolso, do tamanho de um celular, para processar os sinais.

Ao contrário das telas pessoais, já disponíveis em óculos para videogames, o novo projetor dispara os pixels da imagem captada pela câmera usando um laser de pulsos infravermelhos.

Os pulsos de laser são captados pelas “células solares” implantadas na retina.

Esses pequenos sensores de luz são montados sobre um chip muito fino, com a espessura de um fio de cabelo, que se encarrega de enviar os sinais captados usando as terminações nervosas do próprio olho.

O sistema foi testado em laboratório e implantado experimentalmente nos olhos de ratos e porcos, gerando as respostas elétricas previstas na retina, um indicador de atividade visual.

Olho biônico wireless

“Ela funciona como os painéis solares no teto da sua casa, convertendo luz em corrente elétrica,” disse Daniel Palanker, médico oftalmologista da Universidade de Stanford, um dos criadores do novo dispositivo. “A diferença é que, em vez de a eletricidade ser usada para aquecer a água, ela flui para a retina.”

Existem diversos tipos de retina artificial em desenvolvimento, pelo menos duas das quais já em testes clínicos em humanos.

A novidade deste novo projeto é que ele dispensa os sistemas de alimentação e transmissão de dados, que também devem ser implantados no interior do olho.

Ao usar laser infravermelho para transmitir as informações, o novo olho biônico elimina a necessidade de fios e bobinas, tornando o aparelho menor e mais simples de ser implantado em uma cirurgia.

Bioeletrônico

Os cientistas agora estão efetuando experimentos fisiológicos e de comportamento com os animais, para aferir a magnitude do ganho visual obtido, em preparação para a realização de testes em humanos.

Esta retina artificial está sendo desenvolvida para pacientes que tenham perdido a visão por doenças degenerativas da retina, como degeneração macular e retinitis pigmentosa.

Nessas doenças, as células fotorreceptoras da retina se degeneram, mas os neurônios que transmitem os sinais para o cérebro continuam intactos – e esses neurônios são necessários para transmitir para o cérebro os dados captados pelo chip implantado no olho.

Os fotorreceptores perdidos são substituídos pelos diodos fotossensíveis do chip, daí a comparação que os cientistas fazem do sensor com as células solares.

Como os demais implantes em testes, esse olho biônico, mesmo quando totalmente pronto para ser usado em humanos, não conseguirá gerar imagens em cores.

Via: http://www.inovacaotecnologica.com.br

ExpoCET ExpoCET(0)

Nós, do Sindicato dos Engenheiros do Estado de Goiás temos a honra de convidá-los para o maior evento de Tecnologia e Engenharia da região Centro-Oeste

 

Audi lança bicicleta elétrica que pode ser usada em Streetbike Audi lança bicicleta elétrica que pode ser usada em Streetbike(0)

Nesta semana a Audi irá apresentar um modelo avançado de bicicleta elétrica. Segundo o chefe de design da empresa alemã, Wolfgang Egger, a bike alia todas as competências essenciais para o esporte e serve inclusive para a prática de Streetbike.

A Audi E-bike pesa pouco mais de dez quilos e possui um quadro compacto feito de polímero de fibra de carbono reforçado com baixo centro de gravidade, que a torna mais ágil. O mesmo material foi usado na fabricação das rodas de aro 26. Os raios planos usados na bicicleta também valorizam o poder do pedal.

O modelo é equipado com um motor elétrico de 2,3 kW e uma bateria que precisa de apenas duas horas e meia para ser totalmente recarregada. Outra vantagem é a facilidade com que a bateria pode ser substituída para que o usuário possa percorrer grandes distâncias.

O ciclista pode escolher cinco modos de pedalada, que são definidos a partir de uma tela de touchscreen. No modo “Pure” apenas o ciclista pedala, já no “Pedelec” parte do esforço depende do usuário e parte é provido pelo motor, que, neste caso, funciona em velocidade de até 80 km/h. Assim a bateria tem autonomia para até 70 quilômetros.

Quando acionado o sistema “eGrip” somente o motor funciona e a bike pode chegar a 50 km/h, neste caso todo o controle da bicicleta depende do ciclista. Diferente de outra opção em que um sistema automático é acionado para auxiliar as manobras de Streetbike.

O “Power Wheelie” é ideal para os iniciantes, já que é possível ajustar o ângulo das rodinhas. No “Balanced Wheelie” um sistema eletrônico é capaz de compensar os movimentos dos ciclistas, para garantir maior controle e equilíbrio. Ainda existe o modo “Training”, em que o usuário consegue manter um desempenho constante, sendo assim ideal para treinamentos.

Com informações do Inhabitat.

Redação CicloVivo

Motor industrial de ímã permanente sem terras raras Motor industrial de ímã permanente sem terras raras(0)

Terras concentradas

A empresa japonesa Hitachi parece preocupada em evitar as guerras minerais.

Ou, pelo menos, em evitar os cada vez mais elevados custos dosminerais de terras raras.

A empresa criou o primeiro motor elétrico industrial de ímãs permanentes, sem usar os metais de terras raras, a apresentar uma eficiência comparável com os motores atuais.

Os ímãs mais fortes disponíveis hoje, usados na fabricação de turbinas eólicas e de motores para carros elétricos e outras aplicações industriais de alto desempenho são feitos de disprósio e neodímio, dois membros da família das terras raras.

Devido a uma demanda crescente, e ao fato de que o fornecimento das terras raras está concentrado nas mãos da China, os preços dessas matérias-primas estão em uma curva ascendente há anos.

Ferrita estratificada

A Hitachi agora conseguiu criar um motor de 11 kilowatts usando um ímã à base de uma liga de ferro não-cristalina.

O ferro amorfo é produzido por um processo de solidificação rápida, o que não dá tempo para que seus átomos formem a estrutura cristalina usual.

O ferro amorfo, também conhecido como ferrita, é um material de baixo magnetismo.

Embora a empresa não dê detalhes do processo de fabricação, seus engenheiros afirmaram que o “núcleo do motor é feito de ferrita em uma estrutura estratificada”.

E isso lhe dá características únicas, dependendo dos ajustes precisos de composição e velocidade de resfriamento.

No mercado

Em comparação com os motores da mesma classe, o novo motor com ímã de ferro amorfo é menor, além de atingir uma eficiência de aproximadamente 93%, atendendo ao padrão mais elevado da IEC (International Electrotechnical Commission).

A empresa anunciou que colocará no mercado uma linha dos novos motores sem terras raras em 2014.

Via: http://www.inovacaotecnologica.com.br

Setor elétrico faz coro contra encargos nas tarifas de energia Setor elétrico faz coro contra encargos nas tarifas de energia(0)

Aneel afirma que é mais fácil mexer neles do que em tributos; ex-ministro também não acredita em redução de impostos

Por Luciano Costa, do Rio de Janeiro

Ao longo de todo Encontro Nacional do Setor Elétrico (Enase), que aconteceu entre 8 e 9 de maio no Rio de Janeiro, representantes de associações que reúnem consumidores de energia e investidores da área fizeram como nas críticas à alta tarifa cobrada no País. O diagnóstico, que não é nenhuma novidade, é de que encargos e tarifas oneram uma geração que, em princípio, é barata, devido ao caráter hidrelétrico da matriz nacional.

De acordo com estudo do Instituto Acende Brasil, são cobrados 14 encargos setoriais nas contas, além dos impostos federais, estaduais e municipais. O diretor-executivo da Associação Nacional dos Consumidores de Energia (Anace), Lúcio Reis, estima que 45% da tarifa seja formada por essas cobranças, sendo os outros 55% o custo efetivo da geração, transmissão e distribuição.

Diretor da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Edvaldo Santana afirma que o órgão regulador tem “pouca margem de manobra” para atuar sobre o valor da tarifa. Além do vigor nas revisões tarifárias, Santana afirma que a busca é por tentar reduzir o “risco regulatório”, que poderia elevar ainda mais os preços.

O regulador ainda afirma que políticos e empresários “têm falado em diminuir impostos, mas não em diminuir encargos”. Para ele, “seria mais fácil” mexer nas contas dos encargos do que na arrecadação tributária.

Nesse sentido, o diretor técnico-regulatório da Associação Brasileira de Grandes Consumidores Industriais de Energia e de Consumidores Livres (Abrace), Luciano Pacheco, apresentou a proposta de acabar com quatro encargos – CCC (Conta de Consumo de Combustíveis), CDE (Conta de Desenvolvimento Energético), P&D (pesquisa e desenvolvimento) e RGR (Reserva Global de Reversão). Além disso, ele pede que seja reduzido o contingenciamento da arrecadação da TFSEE (que financia as atividades da Aneel), o que poderia viabilizar uma arrecadação menor.

“Hoje, a função da CCC (que custeia a geração térmica no Norte do País) e da CDE (que financia o Luz Para Todos e o uso de carvão mineral) é mais de política de governo. Defendemos que esses encargos fossem revogados e que, se o governo entender que é necessário, que use outros instrumentos para essa arrecadação”, aponta Pacheco.

Lúcio Reis, da Anace, também afirma que “o consumidor não consegue entender a renovação da RGR e da CCC” e diz que as associações do setor devem se unir para formar uma pauta em torno do tema. “Vamos ter que passar, fatalmente, a mexer nos tributos e encargos (para reduzir custos e ganhar competitividade)”.

Já o ex-ministro da Fazenda, Maílson da Nóbrega, hoje da Tendências Consultoria, é mais pessimista. “Não adianta, pode fazer 10 mil Impostômetros, pode ter revolta da população, que não vai mudar. Podia-se direcionar mais os esforços para a simplificação (dos tributos), que nos Estados Unidos, por exemplo, são cobrados no produto final”. Para ele, o fato de “o principal imposto”, que é ICMS, ser estadual, é uma distorção. “É preciso despir alguns mitos e olhar a experiência internacional”, sugere.

Via: http://www.jornaldaenergia.com.br

Netbook movido a energia solar já está à venda no Brasil Netbook movido a energia solar já está à venda no Brasil(0)

Já existe no Brasil um computador equipado com células fotovoltaicas, capaz de funcionar somente a partir do aproveitamento da energia solar. A novidade é o modelo NC215S da Samsung, um netbook que está à venda no mercado brasileiro e pode facilitar a vida de quem não consegue se desconectar.

Além do benefício ambiental, o computador é muito eficiente para pessoas que trabalham nas ruas e que não têm constantemente o apoio da rede elétrica para recarregar seus equipamentos. O NC215S precisa apenas ser exposto ao sol para que a bateria seja totalmente carregada.

Segundo a fabricante, a cada duas horas de exposição ao sol a bateria armazena suprimento para funcionar por uma hora. Outro diferencial do netbook é a sua autonomia, pois com a recarga completa ele chega a ficar ligado por até 14 horas, sem precisar do sol ou do plug na tomada.

O computador já está à venda no Brasil e pode ser adquirido através de diferentes sites de compras pela internet, por pouco mais de mil reais. As especificações do modelo são equivalentes às de um netbook tradicional.

A tela de LED possui 10,1 polegadas e película antirreflexo, o processador utilizado é o Dual-Core Intel Atom N570 de 1,66 GHs, ele possui memória RAM de 2 GB e disco rígido de 500 GB. Mesmo sendo equipado com placas fotovoltaicas o peso do equipamento é de 1,3 quilo.

Com informações da Samsung e do Tecmundo.

Redação CicloVivo

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