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Aneel aceita projeto básico da hidrelétrica Juruena, no Mato Grosso Aneel aceita projeto básico da hidrelétrica Juruena, no Mato Grosso(0)

Usina, de 42MW, está sendo analisada pela Eletronorte em parceria com Linear, MCA e Maggi Energia

A superintendência de gestão e estudos hidroenergéticos da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) divulgou nesta segunda-feira (13/2) que aceitou o projeto básico da hidrelétrica Juruena entregue por um grupo encabeçado pela Eletrobras Eletronorte. A usina, de 46MW, ainda tem como interessados junto à estatal a Maggi Energia, a MCA Energia e Barragem e a Linear Participações.

Após o aceite, a agência analisa o documento, o que passa também pela obtenção do licenciamento ambiental e ao atendimento de outras condições impostas. Caso aprovado o projeto básico, os interessados podem pedir à Aneel a outorga de autorização para a construção do empreendimento.

Via: http://www.jornaldaenergia.com.br

Vestas coloca Brasil como mercado estratégico e inicia produção no Ceará ainda neste ano Vestas coloca Brasil como mercado estratégico e inicia produção no Ceará ainda neste ano(0)

Dinamarquesa iniciou construção de fábrica de naceles com 800MW de capacidade; local também vai treinar funcionários e oferecer serviços de O&M

A dinamarquesa Vestas iniciou a construção de uma fábrica de naceles eólicas em Fortaleza, no Ceará. A unidade contempla ainda uma área de serviços de operação e manutenção e uma central de treinamento, que já estão funcionando. A produção de aerogeradores, porém, deve ter início no segundo trimestre. A planta terá capacidade de montar 400 equipamentos por ano, o que representa 800MW em potência instalada.

O CEO da companhia para Brasil, Portugal e Espanha, Miguel Picardo, afirma que a Vestas tem hoje cerca de 940MW em turbinas vendidas no País. E número deve chegar logo ao 1GW, uma vez que uma negociação está em estado avançado e deve ser fechada em um ou dois meses. Segundo o executivo, “o Brasil é considerado estratégico para o grupo” e a presença local é “uma aposta de longo prazo”.

Nesta semana, a Vestas anunciou seus resultados globais, que ficaram abaixo das expectativas e fizeram com que a própria companhia definisse o ano de 2011 como “decepcionante”. Para Picardo, o Brasil e outros mercados emergentes ficam “mais atrativos” com a desaceleração na Europa. Outros alvos da fabricante dinamarquesa na América Latina são, principalmente, México e Brasil, embora “Chile, Peru e Panamá” também apresentem perspectivas interessantes.

Jornal da Energia havia noticiado que a Vestas poderia se instalar na Bahia, onde a companhia tem um acerto com o governo local. Questionado sobre o assunto, Picardo disse que o plano não está descartado. “Estamos pensando nesse projeto, como estamos pensando em outros também. A decisão não está tomada. Estamos pensando em que tipo de fábrica seria e onde”, explica.

O executivo também falou sobre o cenário de preços para a energia eólica no Brasil – com valores que caíram progressivamente, até apresentarem uma ligeira alta no último certame, no final do ano passado. “Achamos que não tem como ir mais para baixo. Está muito no limite – já é o valor mais baixo do mundo. Se baixar ainda mais, penso que é algo artificial. O fornecedor que fizer isso é porque tem um interesse estratégico de entrar no Brasil”, analisa.

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Conselho de Ministros de Portugal aprova extinção do mercado regulado de energia Conselho de Ministros de Portugal aprova extinção do mercado regulado de energia(0)

Consumidores terão até o final do ano para migrar para o mercado livre; medida foi um dos pedidos da Europa para aprovar ajuda econômica ao país

O Conselho de Ministros de Portugal aprovou nesta quinta-feira (9/2) a exinção do mercado regulado de energia elétrica no País. O governo já vinha obrigando consumidores com cargas maiores a mudar para o mercado livre mas, agora, todos terão de fazer a migração. A partir de julho, os clientes com potência contratada superior ou igual a 10,35kVA precisarão mudar; e, ao final do ano, a medida será válida para todos os portugueses.

A mudança significa, na prática, que os preços de venda de energia deixam de ser fixados anualmente pela Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (Erse), o equivalente à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) do país. Com isso, os consumidores devem escolher de quem vão comprar sua eletricidade, em um regime de preços livre.

A medida vai atingir também o mercado de gás natural, com os mesmos prazos para a extinção das tarifas reguladas. O fim do regime regulado de preços de eletricidade e gás no país foi uma das exigências da União Europeia para aprovar um pacote de ajuda à economia de Portugal.

A “troika”, formada por membros da Comissão Europeia, Fundo Monetário Internacional e Banco Central Europeu, também pediu que o governo português tomasse medidas para limitar os custos da energia produzida por fontes renováveis, como eólica e solar. A reivindicação foi atendida neste mês, quando o país suspendeu autorizações para enquadramento de projetos no chamado “regime especial”, que oferece incentivos tarifários às usinas de energia limpa.

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Conselho formaliza Graça Foster como presidente da Petrobras Conselho formaliza Graça Foster como presidente da Petrobras(0)

O Conselho de Administração da Petrobras elegeu nesta quinta-feira (9/2) Maria das Graças Silva Foster como presidente da companhia. A executiva substituirá o atual ocupante do cargo, José Sergio Gabrielli, que permanece na empresa até a próxima segunda-feira, 13 de fevereiro, data da cerimônia de posse da nova presidente. A companhia destaca que Gabrielli também se desliga do Conselho de Administração da companhia, substituído pela própria Graça Foster.

Maria das Graças Silva Foster trabalha há 31 anos na Petrobras, onde atuava atualmente como diretora da área de Gás e Energia e como presidente da Petrobras Gás S.A- Gaspetro, desde 2007. É graduada em Engenharia Química pela Universidade Federal Fluminense (UFF), com mestrado em Engenharia Química, pós-graduação em Engenharia Nuclear pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (COPPE/UFRJ), e MBA em Economia pela Fundação Getúlio Vargas (FGV/RJ).

Além de diversos cargos executivos na companhia, Maria das Graças Silva Foster já atuou como presidente da Petrobras Química S.A. – Petroquisa, e como presidente e diretora Financeira da Petrobras Distribuidora S.A. É presidente dos Conselhos de Administração da Transportadora Brasileira Gasoduto Bolívia-Brasil S.A – TBG, e da Transportadora Associada de Gás S.A – TAG e membro dos Conselhos da Petrobras Transporte S.A. – Transpetro, da Petrobras Biocombustível S.A. e da Braskem S.A..

Em sua carreira, ainda exerceu a função de secretária de Petróleo, Gás Natural e Combustíveis Renováveis do Ministério de Minas e Energia, de janeiro de 2003 a setembro de 2005.

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Metso fecha contrato de 35 milhões de euros para Belo Monte Metso fecha contrato de 35 milhões de euros para Belo Monte(0)

Empresa vai fornecer três plantas de britagem de grande porte automatizadas, duas plantas móveis e duas plantas Lokotrack

Bateria de ar-lítio: carros elétricos com autonomia de 800 km Bateria de ar-lítio: carros elétricos com autonomia de 800 km(0)

Um dos maiores entraves à popularização dos veículos elétricos é a chamada “ansiedade da autonomia”.

Os motoristas parecem morrer de medo de que a carga da bateria não consiga levá-los até seu destino ou trazê-los de volta para casa.

Agora, cientistas da IBM afirmam ter resolvido um problema fundamental que poderá levar à criação de uma bateria capaz de dar a um carro elétrico uma autonomia de 800 quilômetros – o dobro da autonomia da maioria dos carros a gasolina ou etanol.

As melhores baterias disponíveis atualmente são do tipo íons de lítio, que são boas para telefonescelulares, razoavelmente boas para notebooks, mas insuficientes para veículos elétricos, que não conseguem superar os 200 km de autonomia.

Bateria de ar-lítio

Um novo tipo de bateria, chamada bateria de ar-lítio, é muito mais interessante porque sua densidade teórica de energia é 1.000 vezes maior do que as baterias de íons de lítio, o que a coloca praticamente em condições de igualdade com a gasolina.

Em vez de usar óxidos metálicos no eletrodo positivo, as baterias de ar-lítio usam carbono, que é mais leve e mais barato, e reage com o oxigênio do ar ambiente para produzir uma corrente elétrica.

Mas há um problema: as instabilidades químicas limitam a vida útil das baterias de ar-lítio, que suportam poucos ciclos de carga e descarga – algo impraticável para os veículos elétricos.

Agora, Winfried Wilcke e seus colegas dos laboratórios da IBM descobriram a causa dessa rápida degradação: o oxigênio do ar reage não apenas com o eletrodo de carbono, mas também com o eletrólito, a solução condutora que transporta os íons de lítio entre os eletrodos.

Essa reação indesejada deteriora o eletrólito, danificando a bateria.

Eletrólito promissor

Os pesquisadores usaram então um supercomputador para modelar essas reações químicas, em busca de eletrólitos alternativos, que não fossem danificados pela reação com o oxigênio.

“Nós agora descobrimos um [novo eletrólito] que parece muito promissor,” contou Wilcke.

A pesquisa ainda não foi publicada, e os pesquisadores se recusam a dar mais detalhes sobre o novo composto, embora contem que o material funcionou como previsto nos modelos computadorizados “em vários protótipos em escala de laboratório”.

Segundo Wilcke, a expectativa é que um protótipo em escala real esteja pronto até 2013.

Mas ainda há um grande desafio antes que as baterias de ar-lítio possam cumprir todas as suas promessas: como lidar com a umidade do ar ambiente, já que o lítio pega fogo espontaneamente quando imerso em água.

 

Via: http://www.inovacaotecnologica.com.br

Cientistas fazem átomo de ferro ficar transparente Cientistas fazem átomo de ferro ficar transparente(0)

Computadores ópticos, quânticos ou opto-quânticos

Cientistas alemães tornaram o núcleo de átomos de ferro transparentes usando feixes de raios X.

O feito não vai ajudá-lo a ter carros ou navios transparentes, mas pode ser a base de uma nova tecnologia de computação baseada em luz e, eventualmente, decomputadores quânticosassustadoramente rápidos.

Isto porque o experimento permitiu que a equipe descobrisse também uma nova forma de controlar a luz usando apenas luz, o que permite construir umtransístor óptico, no qual as correntes elétricas são substituídas por luz.

A técnica, que explora o controle da transmissão e da velocidade da luz – para menos, é claro – usou o fenômeno chamado transparência induzida eletromagneticamente.

O efeito já é conhecido dos físicos há algum tempo, e foi a base de um outro feito recente, com participação de um pesquisador brasileiro, quando foi criado um transístor óptico quântico.

Transparência induzida eletromagneticamente

A transparência induzida eletromagneticamente permite com que materiais opacos, em escala atômica, possam se tornar transparentes para a luz em determinados comprimentos de onda.

Usando um raio laser muito forte, emitindo luz de um determinado comprimento de onda, gera-se uma complexa interação da luz com a eletrosfera de um átomo, as “camadas” onde estão seus elétrons.

O resultado é que o átomo fica transparente para um outro comprimento de onda da luz.

Ou seja, usando um pulso de luz laser, controla-se a passagem de outro feixe de luz, de outra cor, pelo átomo, caracterizando o funcionamento de um transístor de luz, ou óptico.

O que os físicos fizeram agora foi demonstrar que esse efeito de transparência ocorre também para os raios X quando estes são disparados contra o núcleo atômico do ferro-57, que compreende cerca de 2% do ferro que ocorre naturalmente na Terra.

E, em contraste com os experimentos anteriores, que sempre utilizaram fontes de laser muito intensos, a equipe descobriu que, para os raios X, a energia necessária é muito baixa, o que abre novas perspectivas de utilização do fenômeno em outros experimentos ou em aplicações práticas, como na computação quântica.

Como fazer o ferro ficar transparente

O experimento funciona assim: os cientistas posicionaram duas finas camadas de ferro-57 no interior de uma cavidade óptica, um espaço formado por dois espelhos paralelos de platina, que forçam os raios X a ficar indo para a frente e para trás múltiplas vezes.

As duas camadas de átomos de ferro-57, cada uma com aproximadamente três nanômetros de espessura, são mantidas em uma posição muito precisa entre os dois espelhos de platina usando camadas de carbono, que é transparente para os raios X do comprimento de onda utilizado no experimento.

O sanduíche inteiro, medindo 50 nanômetros de espessura, recebe um feixe extremamente fino de raios X, disparado em um ângulo muito baixo.

Lá dentro, a luz é refletida para frente e para trás várias vezes, gerando uma onda estacionária, uma ressonância.

O ferro se torna quase transparente para os raios-X quando o comprimento de onda da luz e a distância entre as duas camadas de ferro ficam em uma proporção precisa – uma camada de ferro deve ser estar exatamente no mínimo da ressonância de luz, e a outra exatamente no máximo.

Quando as camadas são deslocadas no interior da cavidade óptica o sistema torna-se imediatamente não transparente, o que permite o controle do efeito.

Efeito quântico óptico

Os cientistas atribuem este fenômeno a um efeito quântico óptico, causado pela interação dos átomos no interior das camadas de ferro.

Ao contrário do que ocorre nos átomos individuais, os átomos dentro de uma cavidade óptica absorvem e irradiam a luz em sincronia.

Graças à geometria precisa deste experimento, suas oscilações cancelam-se mutuamente, o que faz com que o ferro se torne transparente.

A ilustração acima ajuda a entender o fenômeno, mostrando múltiplas imagens das duas camadas de ferro-57: a interação dos raios X com as duas camadas leva a um estado de superposição quântica do ferro e de suas imagens nos espelhos, que faz com que os átomos de ferro pareçam transparentes.

Em contraste com os experimentos anteriores com a transparência induzida eletromagneticamente, apenas alguns poucos fótons são necessários para gerar este efeito agora verificado com os raios X.

“Sem dúvida que há ainda um longo caminho a percorrer até que o primeiro computador quântico com luz se torne realidade. No entanto, com este efeito nós criamos uma classe completamente nova de experimentos de óptica quântica de alta sensibilidade,” disse Ralf Röhlsberger, que realizou os experimentos.

Certamente, mas o fato de fazer um transístor totalmente óptico funcionar com apenas alguns fótons é um passo importante nessa área ainda incipiente. Enquanto outras linhas de experimentos com a computação quântica trabalham em ambientes criogênicos, aqui, cada fóton adicional significa calor gerado no circuito, inviabilizando configurações maiores, com muitos transistores ou muitos qubits.

Freando a luz

Uma consequência natural do comportamento da luz no interior do sanduíche usado pelos cientistas é que, ao ficar refletindo no interior da cavidade óptica, a luz viaja de um ponto a outro a uma velocidade muito menor do que os seus costumeiros 300.000 km/s – tomando-se como referência um ponto antes e um ponto depois do sanduíche.

O experimento não foi projetado para saber qual a velocidade que a luz atingiu, mas outros estudos, como os da professora Lene Hau, veem explorando esse efeito para a construção de processadores ópticos – ou de um “buraco negro atômico“.

Existe a possibilidade de usar o efeito da luz mais lenta – e, eventualmente, da luz totalmente paralisada – para guardar informações binárias, formando a memória de um computador quântico, ou de um computador óptico, ou mesmo de um computador opto-quântico.

Via: http://www.inovacaotecnologica.com.br/

Calor faz País acionar termelétricas para atender demanda Calor faz País acionar termelétricas para atender demanda(0)

País tem registrado consecutivos recordes de consumo; para o ONS, é preciso reduzir custos no atendimento à ponta

Por Luciano Costa

As altas temperaturas registradas nas últimas semanas têm levado o País a bater consecutivos recordes de demanda instantânea por energia elétrica. Essa conjuntura tem feito com que, mesmo com os reservatórios das hidrelétricas cheios, o Operador Nacional do Sistema (ONS) seja obrigado a ligar termelétricas para atender a carga nesses momentos de pico. O diretor-geral do órgão, Hermes Chipp, fez um alerta para a situação nesta quarta-feira (8/2), ao participar do Wind Forum, em São Paulo.

“Já estamos hoje gerando 2 mil MW de termelétricas na ponta, porque temos batido recordes de demanda”, apontou Chipp, que propõe a expansão de hidrelétricas existentes para suprir o sistema nesses momentos. O operador lembrou que existem cerca de 5,2GW em capacidade em poços vazios de usinas, que precisariam apenas da instalação de turibnas para gerar. “Se já tivessemos feito isso, não estaríamos fazendo ponta com termelétrica. Porque em um País como o nosso não precisamos disso – é muito caro”, criticou o diretor. O despacho dessas usinas é custeada pelo Encargo de Serviços de Sistema (ESS), cobrado nas contas de energia.

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) estuda realizar um leilão para viabilizar as máquinas adicionais nessas hidrelétricas. No ano passado, o órgão regulador chegou a promover um workshop para debater o tema. Para Chipp, a situação pode piorar, porque, com o aumento da capacidade eólica instalada, deve ser necessária a expansão da reserva de potência do sistema. O diretor do ONS disse que outros países que passaram por um grande crescimento eólico tiveram de fazer esse movimento para garantir a segurança do suprimento.

Apesar da necessidade de acionar as termelétricas para atender a demanda de ponta, Chipp ressaltou que, neste ano, “não precisaremos gerar uma gota de térmica para regularizar os reservatórios” e disse que não é possível “nem pensar” em um racionamento a curto prazo. “Hoje, o problema do operador é lidar com interrupção”, concluiu.

Via: http://www.jornaldaenergia.com.br

Proposta cria programa de incentivo para energia solar Proposta cria programa de incentivo para energia solar(0)

Tramita na Câmara o Projeto de Lei 2952/11, do deputado Felipe Bornier (PSD-RJ), que institui o Programa de Incentivo ao Aproveitamento da Energia Solar (Prosolar). O projeto autoriza a União a estabelecer metas nacionais de geração de energia solar para 1% do total da matriz elétrica brasileira nos próximos três anos e de 3% em cinco anos.

O texto também permite que o governo diminua o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) de conversores, painéis fotovoltaicos e outros equipamentos do sistema de energia solar até 2016.

Leilões

Segundo a proposta, os leilões de expansão da matriz elétrica por energias renováveis deverão ser anuais e ter discriminado o percentual a ser atendido por fonte solar. Também há exigência de que as concessionárias e permissionárias de energia elétrica adquiram energia solar de centrais com capacidade instalada de até 3 megawatts.

Outra medida prevista pelo projeto é a isenção das tarifas de uso dos sistemas elétricos de transmissão e de distribuição incidentes na produção e no consumo da energia comercializada por empreendimentos com base em fonte solar. As tarifas serão zeradas por um período de dez anos.

Felipe Bornier afirma que o programa contribuirá para um maior aproveitamento da energia solar e para a diversificação da matriz energética. “O Brasil precisa continuar crescendo e diversificando suas fontes de energia. Esse esforço deve ocorrer por meio da busca de fontes renováveis sem impactos ambientais.”

Tramitação

O projeto tramita apensado ao PL 5733/09, que tem caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Minas e Energia; de Desenvolvimento Urbano; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Fonte: Tiago Miranda [Foto: Luiz Cruvinel]

Via: http://revistaecologica.com

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