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Construção: apesar de operar abaixo do esperado, indústria está otimista para 2012(0) Info Money SÃO PAULO – O otimismo dos empresários da construção civil avançou em dezembro. O nível de atividade para os próximos seis meses passou de 56,1 pontos em novembro para 58,3 pontos neste mês. O indicador varia de 0 a 100 pontos e valores acima de 50 pontos representam expectativa positiva dos empresários. A maior alta foi apresentada pelos empresários das grandes empresas, cujo indicador passou de 55,5 pontos para 61,5 pontos. Em seguida aparecem as pequenas empresas, passando de 56 pontos para 56,8 pontos. Nas médias empresas, o indicador permaneceu em 56,8 pontos. Os dados fazem parte da pesquisa realizada pela CNI (Confederação Nacional da Indústria), Cbic (Câmara Brasileira da Indústria da Construção Civil), federações de indústria e os sindicatos da construção civil e foi divulgada nesta sexta-feira (16). Novos empreendimentos e serviços As empresas demonstraram ainda que pretendem aumentar as compras de insumos e matérias-primas: o indicador passou de 55,5 em novembro para 57,8 pontos em dezembro. As grandes empresas se destacam na compra de insumos, com este indicador chegando a 60,9 pontos. As pequenas empresas marcaram 55,8 pontos e as médias, 56,8 pontos. Desempenho em novembro Ao analisar os portes, o destaque negativo ficou com as grandes empresas (47,4 pontos), seguidas pelas médias (49,8 pontos), enquanto nas grandes o nível de atividade atingiu 50,7 pontos. Segundo o levantamento, em novembro, o nível de atividade em relação ao usual ficou em 47,2 pontos. As grandes empresas apresentaram indicador de 42,9 pontos. Nas pequenas e médias, foram registrados 49,9 pontos e 48,9 pontos, respectivamente.
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Galp e Petrobras estreiam curso em cinco universidades(0) Econômico O novo programa é o “embrião” de um doutoramento, disse ao Diário Económico Ferreira de Oliveira, presidente da Galp. Um programa de formação avançada que quer ser um doutoramento. Uma parceria entre cinco universidades e duas empresas, uma delas à escala continental. Estas são as raízes do novo programa de formação avançada de geo-engenharia de reservatórios, totalmente financiado pela Galp e pela Petrobras. “Com este programa, iremos desenvolver formação avançada especializada de grande qualidade e ainda lançar projectos de investigação e desenvolvimento que, estamos certos, irão ser decisivos para vencermos esses mesmos desafios”, aponta Manuel Ferreira de Oliveira, presidente executivo da Galp Energia. “O curso integrará disciplinas de geologia, geofísica, geomecânica, geoquímica, petrofísica, engenharia e matemática, procurando integrar e ligar conhecimentos destas áreas diferentes”, descreve Ferreira de Oliveira. “Trata-se de um curso muito exigente, terá 840 horas de aulas, divididas entre uma componente teórica e uma forte componente de resolução de casos práticos relacionados com a experiência de ambas as empresas”, acrescenta. O curso junta a Galp Energia, a Petrobras, a Faculdade de Ciências de Lisboa, o IST, a Universidade de Aveiro, a Universidade de Campinas e a Universidade Paulista e será dado em Portugal e no Brasil. Quase todos os alunos vêm dos quadros das duas empresas, mas existem excepções. “No fundo, a Galp Energia atravessa um profundo processo transformacional em que uma nova área de negócio vai assumir uma relevância que não tinha até agora. E estamos a falar de uma área de elevada complexidade técnica que, para ser bem-sucedida, exige recursos humanos altamente qualificados que, simplesmente, não existem hoje em número suficiente”, justifica Ferreira de Oliveira. Por isso, as empresas vão pagar os custos da formação de geo-engenharia de reservatórios aos seus colaboradores. “Este financiamento inclui os custos das viagens e estadias nas semanas residenciais dos alunos portugueses no Brasil e dos brasileiros em Portugal”, diz ainda Ferreira de Oliveira
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Construção ainda cresce ante uma economia estagnada(0) Sinduscon – GO Em um cenário de economia com crescimento zero, como demonstrou o PIB brasileiro no 3º trimestre, a construção ainda mostra um leve crescimento, de acordo com o IBGE. Conforme o presidente da CBIC, Paulo Simão, a construção continua reagindo positivamente e deve manter essa performance em 2012, já que não há problemas com relação à expansão do financiamento imobiliário, com regras ou com projetos. Tanto que a mídia divulgou estimativa da Caixa quanto ao valor disponível para financiar a aquisição de imóveis prontos, construções e reformas em 2012: um recorde, R$ 160 bilhões, nada menos que 23% a mais do que o que vai ser aplicado até o fim deste ano, prevendo-se que esses recursos financiem cerca de 1,6 milhão de unidades até dezembro de 2012 em todo o País. Projeções divulgadas pelo Sinduscon-SP indicam que o Produto Interno Bruto (PIB) da construção civil deverá crescer cerca de 4,8% em 2011 e 5,2% em 2012. Para atingir esse desempenho, o setor defende que o gover-no continue tomando medidas econômicas para assegurar o crescimento do PIB, com a continuidade da desoneração da produção, o estímulo à produtividade na iniciativa privada e o aumento da eficiência da administração pública. |
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Indústria da construção civil projeta crescimento de 5% para 2012(0)
As indústrias da construção civil estimam para 2012 um crescimento de até 5% sobre o faturamento de R$ 1,67 bilhão obtido neste ano de 2011, representando algo em torno de R$ 1,75 bilhão, segundo projeções do Radar Industrial da Fiems. Para o presidente do Sinduscon/MS (Sindicato Intermunicipal da Indústria da Construção do Estado de Mato Grosso do Sul), Amarildo Miranda Melo, o segmento foi o segundo que mais cresceu em 2010 e neste ano a expectativa é de que tenha sido o setor que mais cresceu no Brasil, fechando em torno de 6%. “Quanto mais pessoas qualificadas tivermos, mais trabalhadores estarão empregados, isto porque as indústrias da construção civil necessitam de mão de obra especializada. Nosso crescimento depende muito desse fator também”, disse Melo, referindo-se ao fato de, atualmente, também conforme levantamento do Radar da fiems, o Estado contar com 2.065 indústrias no segmento, que empregam 33.518 trabalhadores. Ele acrescenta que outro fator que tem brecado um crescimento maior do segmento são os preços. “Os preços estão muito defasados, principalmente no que diz respeito às obras públicas. A burocracia é muito grande, os preços precisam ser revisto e os pagamentos menos demorados”, pontuou. Quanto aos fatores que contribuíram para o crescimento deste ano, o presidente do Sinduscon/MS destaca a migração das classes D e E para a classe C. “A moradia está mais acessível às classes de baixa renda, isso se deve aos programas do Governo Federal, como, por exemplo, o Minha Casa Minha Vida”, explicou. Porém, ele garante que ainda é preciso mais incentivo do Governo para investir na construção civil, como condições favoráveis aos trabalhadores e à mão de obra especializada. “A Fiems, por meio do Senai, trabalha junto ao segmento na capacitação de mão de obra na área de eletricista, pintor e pedreiro, mas a nossa demanda é muito grande e ainda não conseguimos suprir 100% desta necessidade”, destacou.
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Construção civil emprega recorde de 3,1 milhões de trabalhadores(0)
A construção civil no País empregou 3,1 milhões de trabalhadores com carteira assinada em outubro, sendo que 16 mil empregados foram contratados neste mês, segundo informações divulgadas nesta quinta-feira pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP). As contratações representam um aumento de 0,51% em relação a setembro. O número de postos de trabalho criados no setor entre janeiro e outubro foi de 314,6 mil (elevação de 11,12% em relação ao período anterior). Dos 3,1 milhões de trabalhadores formalizados, 1,6 milhões estão no Sudeste; 661 mil no Nordeste; 438 mil no Sul; 248 mil no Centro-Oeste e 193 mil no Norte. Segundo o sindicato, em outubro, o emprego na construção cresceu em relação a setembro em todas as regiões: Norte (+1,66%), Nordeste (+0,66%), Sudeste (+0,35%), Sul (+0,62%) e Centro-Oeste (+0,14%). No Estado de São Paulo, em outubro, a construção criou mais 2,9 mil postos de trabalho, elevando o contingente empregado a 809 mil trabalhadores com carteira assinada, um recorde de acordo com a entidade. Em 2011, foram contratados mais 62.003 (+8,29%) e nos últimos 12 meses mais 50.477 (+6,65%) no Estado.
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Grupo quer transformar a Torre Eiffel em “árvore” gigante(0)
Objetivo de engenheiros franceses é cobrir a estrutura do monumento parisiense com 600 mil vasos de plantas. O projeto custaria 72 milhões de euros Mesmo quem nunca esteve em Paris reconhece a importância e a beleza da Torre Eiffel. Mas e se, além de ser o maior representante da cultura francesa, o monumento se tornasse também um forte símbolo ecológico? É esta a ideia por trás do projeto criado pelos engenheiros ambientais do Ginger Group. Imagens divulgadas pela empresa e publicadas pelo jornal Le Figaro mostram os detalhes do conceito, que pretende transformar a famosa construção nos “pulmões de Paris”, de acordo com a reportagem. Para cobrir a enorme estrutura de 327 metros de altura, seriam necessários 600 mil vasos de plantas. Os gastos para a realização da obra são estimados em 72 milhões de euros. O projeto, que seria executado até junho de 2012, conta com a ajuda do grupo Vinci e do arquiteto Claude Bucher. O brilho, uma das características principais da torre, não seria apagado: as plantas receberiam vários pontos de iluminação com lâmpadas LED. Ainda segundo o Le Figaro, o Ginger Group conhece bem o local, já que está envolvido na reforma do primeiro piso da Torre Eiffel. Se a ideia for aprovada, o monumento, que já recebe cerca de 7 milhões de turistas por ano, deve ganhar um número ainda maior de visitantes.
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PIB da construção deve crescer 5,2% em 2012(0)
O Produto Interno Bruto (PIB) da construção civil deverá crescer cerca de 4,8% em 2011 e 5,2% em 2012, de acordo com estimativa divulgada hoje pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (Sinduscon-SP). O dado estimado para 2011 é uma revisão em relação ao índice de 5% que havia sido anunciado em setembro. A entidade aponta, entre os fatores que sustentam o prognóstico, a elevação de 9,2% no nível de emprego no setor no acumulado do ano (de janeiro a setembro) ante o mesmo período do ano anterior. Outro dado citado pela entidade é o crescimento de 7,8% no consumo de cimento no ano até o mês de novembro. Segundo o vice-presidente de Economia do Sindicato, Eduardo Zaidan, houve um ajuste nas estimativas após a divulgação do PIB de 2009. “Trabalhávamos com a previsão de que a construção havia crescido 1% naquele ano, quando na verdade o setor cresceu 8,3%. Com isso, revimos nossa expectativa para os anos seguintes. Agora estimamos que a construção tenha crescido 15,2% em 2010, e neste ano deverá crescer 4,8% sobre essa base aumentada”, explicou.
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Engenheiro da Unicamp apresenta soluções para tratamento de esgoto(0) DCI – Comércio, Indústria e Serviços Campinas – Aproximadamente 25 mil pessoas moram na área rural de Campinas, o equivalente a toda a população de Santo Antonio da Posse ou Serra Negra. E o grande problema enfrentado por eles é a falta do tratamento de esgoto doméstico. O engenheiro civil da Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Adriano Luiz Tonetti, apresentou à Câmara de Campinas as possíveis formas de tratamento dos esgotos dessas localidades, empregando tecnologias simplificadas e sustentáveis. O convite foi feito pelo presidente da Comissão de Meio Ambiente da Câmara de Campinas, Zé do Gelo. – A técnica possibilita a geração de um efluente final com alto padrão de qualidade. Tais tecnologias além de serem aplicáveis na área rural, também são úteis em bairros isolados, onde a instalação de uma rede pública de esgotos apresenta custo elevado, condomínios, pontos comerciais em rodovias, hotéis e canteiros de obras da construção civil. Utilizando bambu e coco verde de baixo custo, o especialista demonstrou que há a remoção 75% da matéria orgânica do esgoto. “Muitas fossas são construídas de forma inadequada e acabam contaminando o corpo hídrico, então é preciso mostrar à população rural que há um problema, apresentando a solução”, comentou. A problemática do saneamento básico no Brasil pode ser medida pelo número de municípios existentes no país sem qualquer tipo de serviço de esgotamento sanitário. Segundo o IBGE (2008), das 5.507 cidades brasileiras 52,2% estavam nesta situação calamitosa. Os municípios que se encontram em tal conjuntura são considerados pequenos em sua maioria, possuindo uma população inferior a 10.000 habitantes e correspondendo a 48,37% de todas as cidades brasileiras, nos quais 47,09% dos cidadãos vivem na zona rural. Em todo o Brasil, 18,75% dos habitantes residem na área rural, tal valor em termos absolutos equivale a mais de 31 milhões de pessoas, número superior a toda a população da Região Sul. |
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A Nova Dinâmica do Mercado de Trabalho(0) Portal da Administração No Brasil, um mestre de obras com salário de Doutor. Cerca de R$ 9.000,00 por mês. Engenharia é a carreira da vez. Engenheiro de Produção está em alta. Taxa de desemprego de 6%, os economistas costumam chamar de economia de pleno emprego. Um incremento no emprego formal de 68%, saindo de 26 milhões para 44 milhões de postos de trabalho em 10 anos. O que está pegando? É a qualificação do trabalhador brasileiro, para quem termina o ensino médio e o curso superior, que enfrenta provas, dinâmicas do processo seletivo. Para os mais jovens, além de enfrentar a concorrência com os mais experientes, o problema maior está na péssima qualidade da educação básica, erros gravíssimos nas provas de matemática, português e redação. Existe uma incapacidade generalizada de se expressar por escrito, falta de conhecimentos gerais, de economia, do mercado internacional. Em uma desta provas de seleção, um aluno de faculdade desconhecia o significado do termo “BRICS” (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), simplesmente ele respondeu: “BRICS” é uma marca de perfume. O mais difícil? A busca do primeiro emprego para quem ainda não terminou o ensino médio. E na seleção, vem a eliminação na prova de redação. A falta de experiência também pesa muito. Enquanto existir um experiente no mercado, o inexperiente vai ficando para trás. O pleno emprego trouxe uma nova dinâmica no mercado de trabalho brasileiro, com salários aumentando, com um valor médio de R$ 1.629,00 por mês, preferencialmente na construção civil. As oportunidades são maiores na construção civil, engenharia da computação, na mineração, e agora nas empresas de serviços de apoio aos investimentos Copa do Mundo 2014. Na região sudeste do Brasil, existem 6.000 vagas abertas para engenheiros. Nesta nova dinâmica do mercado de trabalho, as pessoas na faixa etária, de 25 a 35 anos, estão trocando de emprego mais vezes, mudam de empresas, em busca de novas oportunidades de carreira e melhores salários. Com o mercado de trabalho aquecido, é normal o trabalhador ficar até três anos numa mesma empresa. Existe um momento decisivo na carreira: escolher entre o caminho da gestão ou da especialização. É nova carreira “y”: conhecimento técnico (+) experiência. A escolha é sua:Gestor ou um técnico especialista? Você não deve é ficar na zona de conforto, mas, buscar o aperfeiçoamento constante, e para quem deseja crescer na mesma empresa, existem vários incentivos extras, como bônus, prêmios, marketing de incentivos, 14º salário, e em contra-partida, você vai trabalhando sobre pressão para bater as metas, controles excessivos, neuroses da excelência em tudo que se faz, e ainda tem que administrar bem o tempo, para equilibrar a vida profissional com a pessoal.
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Engenheiro cria teclado e mouse touchscreen(0)
As peças possuem câmeras na base que identificam o toque dos dedos na superfície O engenheiro Jason Giddings, CEO da empresa Giddings Product Development, criou um teclado e um mouse de vidro sensível ao toque. As peças possuem câmeras na base que identificam o toque dos dedos na superfície. O projeto é baseado em uma tecnologia conhecida como FTIR (Frustrated Total Internal Reflection). Um LED infra-vermelho posicionado na borda do vidro emite uma luz em um ângulo que permite a reflexão pela sua superfície. Ao ser tocado, o vidro “frustra” a propagação do sinal luminoso que se reflete em outro ângulo e é então detectado pela câmera. Um software determina a localização do toque e envia a informação para o computador. Giddings está tentando viabilizar o protótipo no site de financiamento colaborativo Kickstarter. Ele pediu US$ 50 mil (cerca de R$ 90 mil) e já ultrapassou a meta – o valor arrecadado para fazer o produto foi de US$ 67,5 mil (R$ 122 mil).
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