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Engenheiro eletricista Nélio Fleury é o novo presidente da ABEE nacional(1)
ABEE-GO No último dia 18/11, foi realizado na sede do CREA/DF, eleições para escolha da nova diretoria da ABEE NACIONAL. Todas as ABEEs regionais se fizeram presente através dos seus respectivos delegados, para eleger os novos representantes a nível nacional. Registramos a presença das seguintes autoridades: o Presidente do CREA/DF engº mecânico Francisco Machado (anfitrião), o Presidente do CREA/GO engº civil Gerson de Almeida Taguatinga, o atual Presidente da ABEE Nacional engº elet. Reinaldo Barros, além é claro dos presidentes das ABEEs regionais. Foi escolhido como o futuro Presidente da ABEE Nacional para o triênio 2011 a 2013, o Diretor da ABEE-GO Nélio Fleury. Realizar este sonho só foi possível pela presença e pelo trabalho das grandes lideranças que temos na ABEE-GO, dentre elas citamos: Drº Leonardo Guedes, os nossos Diretores Gilberto Nazaré e Nélio Fleury, bem como nosso vice presidente Augusto Francisco. Também contribuíram para realização deste grande feito nossos sócios fundadores, diretores, conselheiros, e associados, assim como todos aqueles que mesmo não fazendo parte da nossa associação acreditaram nas ações da ABEE-GO para o desenvolvimento e valorização da engenharia goiana dentro e fora do nosso estado. A consolidação deste trabalho não poderia ser outra, senão a Presidência da ABEE Nacional. Destacamos aqui o importantíssimo apoio do Presidente do CREA/GO, engº civil Gerson Taguatinga, que atendeu nosso pedido de trazer no mês de setembro a reunião Nacional da Câmara Especializada de Engenharia Elétrica para Goiânia, contribuindo para sensibilização de todos os representantes das ABEEs regionais quanto a propositura da Presidência da ABEE Nacional para Goiás. E que ainda acompanhou presencialmente todo processo eleitoral no CREA/DF. Nossa responsabilidade só aumenta, mas com trabalho e dedicação de todos alcançaremos os resultados almejados pela ABEE Nacional. Por fim, registramos aqui ao nosso companheiro Nélio Fleury, Presidente da ABEE Nacional, que estaremos juntos trabalhando em busca do fortalecimento e valorização do profissional da engenharia que atua diretamente no desenvolvimento humano para a sociedade. Nélio Fleury, temos total convicção de que o grande beneficiário deste grande momento é a engenharia e a sociedade, pois você tem uma história de sucesso e está preparado para estar à frente desta importantíssima entidade de classe. A chapa “Unidade Nacional” tem a seguinte composição:
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23 de novembro: Dia do engenheiro eletricista(1) Assessoria de Comunicação do Confea Este é o segundo ano em que há o Dia do Engenheiro Eletricista no calendário. No entanto, 2010 será o primeiro ano em que haverá comemoração oficial. “É que a lei que institui o Dia do Engenheiro Eletricista [Lei nº 12.074] foi publicada no Diário Oficial da União em 30 de outubro de 2009 e não houve tempo de planejar algo oficial para 23 de novembro no ano passado”, contou o vice-presidente da Associação Brasileira de Engenheiros Eletricistas, Aramis Guerra. De acordo com Guerra, como na maioria das modalidades da Engenharia, há falta de profissionais na Elétrica. “O campo é muito vasto!”, disse, ao explicar que há três submodalidades pelas quais os engenheiros eletricistas podem optar: eletrotécnica, eletrônica e telecomunicações. “Nem se fala como há espaço de atuação em telecomunicações, com advento da internet e tantos meios novos de se comunicar”, comentou. Segundo ele, o campo é vasto para os formados na área não só no Brasil como no mundo. “Telecomunicações e eletrônica já são campos globais, não mais cercados pelas fronteiras dos países”, disse. Eletrotécnica – ramo que estuda produção, armazenamento e distribuição de energia elétrica -, que a priori fica limitada nos países, também atinge os campos internacionais. “Hoje em dia, energia elétrica se tornou bem de compra e venda internacionais. Virou commodity”, disse. Ele explicou que, no Brasil, Roraima é o estado que mais importa energia. “Eles compram da Colômbia. Para eles é mais fácil transportar energia de lá do que das centrais elétricas brasileiras. É mais perto”, concluiu. Abee -Projeto de Lei nº 2545, que teve autoria do então deputado federal José Roberto Arruda (ex-DEM). Art. 1° Fica instituído o Dia Nacional do Engenheiro Eletricista, a ser comemorado em 23 de novembro de cada ano. Art. 2° Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. JUSTIFICAÇÃO |
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Nova carteira profissional não terá mais prazo de validade(0) Acom/Confea O campo “validade” da carteira de habilitação profissional do Sistema Confea/Crea será substituído pelo campo “data de registro”. Essa é uma das definições da Resolução nº 519, aprovada pelo plenário do Confea em 13 de outubro deste ano. O documento também estabelece a isenção da taxa de expedição no momento da substituição da carteira antiga, com validade de cinco anos, pela nova. O normativo visa a atribuir validade indeterminada à carteira de registro profissional. “O que melhorou agora foi a burocracia. Antes, o profissional tinha que se dirigir ao Crea de tempos em tempos para solicitar nova carteira, apresentar documentação, etc. A Resolução nº 519 facilita o dia a dia dos profissionais”, disse a conselheira federal integrante da Comissão de Organização, Normas e Procedimentos Ana Karina Batista. Conforme o texto aprovado, o profissional deve requerer junto ao seu Crea, sem taxa, a substituição da carteira de identidade com validade de cinco anos pela de prazo indeterminado. O mesmo vale para os profissionais que já estiverem com a carteira vencida. Nesses casos, é dever do Crea notificá-los e orientá-los a requerer a substituição do documento. Os profissionais que estiverem com as carteiras vencidas continuam a ter seus direitos garantidos no Crea e a responder por suas obrigações. No momento em que solicitar nova carteira, o profissional deve aproveitar para atualizar seu cadastro no Sistema de Informações do Confea (SIC). A resolução foi publicada no Diário Oficial da União no dia 19 de outubro de 2010. |
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Setor discute contratação de engenheiros estrangeiros para suprir falta de profissionais na construção(1) PiniWeb Com a escassez de engenheiros no Brasil, especulações de contratação de profissionais estrangeiros se tornam cada vez mais comuns. A última vez aconteceu durante a assinatura de um protocolo de intenções para a viabilização de negócios internacionais envolvendo empresários cearenses e investidores estrangeiros no Estado. Durante o evento, realizado pela Cooperativa da Construção Civil do Ceará (Coopercon-CE) e a Câmara Brasil-Portugal no Ceará (CBP-CE), os presidentes das duas entidades levantaram essa questão. Embora não conste no documento, o presidente da Coopercon-CE, Otacílio Valente, e o presidente da CBP-CE, Jorge Chaskelmann, lembraram a ociosidade dos engenheiros em Portugal com os problemas econômicos daquele país e a escassez de mão de obra no Brasil. Trazê-los para o País não seria má idéia. Os dois presidentes não foram encontrados pela reportagem para dar mais detalhes sobre o tema. No entanto, a secretária executiva da Câmara, Clevânia Maria Alves Teixeira, afirmou que o acordo é comercial, e a “importação” de engenheiros, embora levantada pelos presidentes, não faz parte do acordo. A contratação de profissionais, no entanto, não é a melhor saída para a resolução do problema, na opinião de dirigentes setoriais. Segundo o vice-presidente de Relações Capital-Trabalho do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP), Haruo Ishikawa, “a escassez de mão de obra no setor é muito grande, e vai desde o servente até o engenheiro civil”. De acordo com Ishikawa, o setor não estava preparado para o crescimento, por isso não tem profissionais suficientes. Ele acredita, no entanto, que “a partir de 2012 esse cenário deve se normalizar, com novos engenheiros civis saindo das faculdades”. Para Agamenon Rodrigues Oliveira, diretor do Sindicato dos Engenheiros do Rio de Janeiro (Senge-RJ), existe um grande número de engenheiros formados que não trabalham mais na área e que supririam a demanda se fossem realocados no setor. “Tem muito engenheiro trabalhando fora da área. É preciso que esses profissionais voltem ao setor e passem por uma atualização. Assim, é possível evitar a importação de profissionais”, afirma. No entanto, mesmo o aumento de novas vagas nas universidades e o retorno de profissionais não atuantes na área não supririam a carência de profissionais. Segundo estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), a totalidade de engenheiros de todas as áreas, inclusive a civil, não suprirá a demanda de emprego em 2015. Pelas projeções do Ipea, em 2015 o Brasil terá 1,099 milhão de diplomados na categoria. A oferta de empregos, por sua vez, varia conforme o crescimento do PIB (Produto Interno Bruto). Mesmo com uma taxa média de crescimento baixa, de 3% ao ano, a demanda de empregos na área deverá ser de 1,168 milhão maior que a oferta. Em um cenário mais otimista, de crescimento de 7% ao ano, a demanda seria muito maior: 1,706 milhão. Vistos de trabalho O número de profissionais estrangeiros no país vem crescendo ano a ano, de acordo com a Coordenação Geral de Imigração do Ministério do Trabalho e Emprego (CGIg-MTE). Dados do primeiro semestre de 2010 apontam alta em relação aos primeiros semestres de 2009 e 2008. Até 30 de julho deste ano, foram concedidos 22.188 vistos de trabalho para estrangeiros, enquanto nos primeiros seis meses de 2009 e 2008 foram aprovados, respectivamente, 18.669 e 18.258 vistos. O MTE não divulgou dados sobre a quantidade de engenheiros que entraram no país, viabilizando somente dados divididos por categoria de visto. As regras para o trabalho no Brasil, no entanto, podem dificultar o ingresso de estrangeiros no setor da construção. Segundo a assessora internacional do Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (Confea), Carmen Cavalcanti Soares, o profissional estrangeiro, para trabalhar no Brasil, deve buscar junto ao MTE uma autorização de trabalho para obtenção de visto permanente ou temporário por meio da CGIg. O MTE poderá indeferir o pedido de visto temporário, caso houver indício de interesse da empresa para a qual o estrangeiro trabalhará de substituição da mão de obra nacional por profissionais estrangeiros. Por isso há a necessidade de que a empresa contratante tenha um assistente brasileiro, para que haja a real transferência dos processos de tecnologia e absorção das inovações para o país. Após a obtenção da autorização junto ao Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), esta será publicada no Diário Oficial da União, e o consulado designado será notificado, quando então o candidato estrangeiro poderá requerer a concessão do visto. Após isso, o profissional deve solicitar ao Confea seu registro temporário de trabalho, delimitado pelo tempo de contrato do engenheiro com a empresa. Caso o profissional obtenha visto permanente do MTE, o registro será definitivo. |
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José Roberto Bernasconi é o Eminente Engenheiro do Ano(0) Instituto de Engenharia José Roberto Bernasconi foi eleito o Eminente Engenheiro do Ano pelo Instituto de Engenharia. A cerimônia de entrega do título acontecerá no dia 13 de dezembro na sede do Instituto. Concedido desde 1963, o Instituto de Engenharia atribui o título de “Eminente Engenheiro do Ano” em reconhecimento aos profissionais de destacada atuação no meio e/ou que tenham uma carreira marcada por contínuas contribuições para a elevação e para o aprimoramento da engenharia. Engenheiro Civil formado pela Escola Politécnica da USP e Advogado pela Faculdade de Direito da UNIP, Bernasconi foi presidente do Instituto de engenharia entre os anos de 1985/1987 e 1987/1989. Atualmente, é presidente da regional São Paulo do Sindicato da Arquitetura e da Engenharia (Sinaenco/SP). Foi presidente do Uniccon -constituído pelas entidades empresariais Apeop, Sinaenco, Sinduscon-SP e Sinicesp e pela Escola Politécnica da USP. Na Fiesp foi diretor de diversas áreas e membro de Conselhos, Comitê e Comissão… |
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Engenheiros têm os maiores aumentos de salários(1) Clic RBS Publicado em 09 de novembro A Catho Online, a maior empresa de classificados online da América Latina, concluiu pesquisa salarial e de benefícios mostrando as áreas que tiveram os maiores aumentos do salário médio no último ano em todo o País. O destaque do levantamento são os cargos relacionados diretamente à engenharia, que correspondem por oito dos dez que tiveram maior crescimento nesse quesito, como indica a tabela abaixo. Destaque para o desenvolvimento de infraestrutura A predominância de diversos cargos ligados à engenharia revela uma tendência à maior valorização de profissionais responsáveis pelo desenvolvimento da base da infraestrutura no país, bem como de novas tecnologias, em detrimento da prestação de serviços. Esse quadro é reforçado ao se considerar que as áreas de engenharia que mais cresceram são voltadas para o fornecimento de soluções para empresas e não para fabricação de produtos ao consumidor final. Ao se fazer uma análise dos ramos de atividade econômica com média salarial superior à média salarial nacional, essa percepção fica ainda mais evidente, pois os principais estão vinculados a transporte, indústria, construção e energia. Novamente, as áreas que estão com melhores ganhos são as de empresas, que têm como clientes outras companhias em lugar da população no geral, como mostra a relação a seguir: “A análise dos salários tem muito a ver com os principais setores que movimentam a economia brasileira hoje e que estão recebendo destaque. Nos últimos anos, construção civil e indústria automobilística mantiveram-se bastante aquecidos, mesmo em períodos de turbulência da economia. O que chama a atenção é a alta do setor de energia, especialmente de extração de óleo e gás, que certamente decorre do grande investimento na camada de óleo do pré-sal descoberta recentemente no Brasil”, afirma Marco Antônio Soraggi , diretor da Pesquisa Salarial e de Benefícios da Catho Online. A pesquisa Salarial e de Benefícios foi realizada no período de 1º a 30 de setembro deste ano e mais de 167 mil respondentes de mais de 20 mil empresas em 3484 cidades de todo o país participaram. |
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A hora e vez do engenheiro(0) Editorial – Jornal do Commercio PE Em todos os fóruns de debate sobre o futuro de um Brasil muito próximo de uma potência econômica, acadêmicos, lideranças empresariais e políticas, cientistas sociais ou economistas se deparam inevitavelmente com um obstáculo: a expansão e qualificação de nossa mão de obra, para acompanhar o ritmo de crescimento. E nessa área uma sobressai como das mais necessárias e mais deficitárias: a engenharia. Recente seminário sobre os desafios na formação de profissionais de engenharia para o século 21 – realizado em São Paulo pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), constatou que além de formar menos da metade dos engenheiros de que precisa a cada ano, o nosso País ainda enfrenta a disparidade entre a qualificação obtida nas universidades e as necessidades das empresas. Essa combinação, além de óbvia explica todos os casos de crescimento de outros países hoje postos como modelos. Da mesma forma, quando os estudiosos se debruçam sobre os mecanismos que levaram algumas nações a crescer mais que outras, o contraste numérico é sempre enfatizado. Como a constatação de que o Brasil oferece seis engenheiros para cada mil pessoas economicamente ativas, enquanto na Europa e na Ásia a média é de 25 engenheiros. Essa defasagem é ainda mais notável quando nos advertimos que a busca por engenheiros qualificados não é restrita à ideia de que estamos falando de profissionais para a construção civil. Pelo contrário, o campo de atuação desse setor é cada vez mais amplo e mais sofisticado. Estende-se pela engenharia elétrica, mecânica, química, naval, mecatrônica, ou de produção, das quais depende o Brasil que todos sonhamos. Entretanto, formamos hoje algo em torno de 32 mil engenheiros por ano, quando a demanda é superior a 60 mil profissionais. O Conselho Nacional da Indústria estima que em 2012 haverá no Brasil um déficit de 150 mil engenheiros. Somente para nos prendermos ao Bric o grupo de países emergentes do qual fazemos parte a nossa distância é preocupante: a China forma 400 mil engenheiros por ano, a Índia chega a 250 mil e a Rússia a 100 mil. No seminário promovido pela CNI, o diretor-geral do Instituto Euvaldo Lodi, Paulo Afonso Ferreira, desenhou em uma frase a condição atual do engenheiro no Brasil e o que precisamos fazer: Hoje a indústria primeiro contrata o engenheiro e depois pergunta o que ele sabe fazer. A disputa é acirrada . Apesar da carência, contudo, há o consenso de que está faltando, desde muito tempo, despertar o interesse dos jovens pelo estudo das ciências exatas, melhorar a qualidade do ensino básico o que é um instrumento capaz de despertar os jovens para disciplinas tidas como muito difíceis, a exemplo de matemática e física e, sobretudo, melhorar a qualidade dos professores. Essa seria a plataforma para o fundamental: a inserção dos profissionais no processo de desenvolvimento, que implica em avanços tecnológicos. A formação de um engenheiro para o setor elétrico e eletrônico, por exemplo, exige capacidade de inovação. A antecipação da tendência tecnológica é a estratégia das companhias. Esse é o desafio das empresas , diz o presidente da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee), Humberto Barbato. Para a Nação, o desafio é superar esse bloqueio na formação de profissionais de engenharia, o que passa repetimos pela educação básica, pelos 12 anos que antecedem a entrada na universidade. Essa educação foi contemplada com alguns pequenos momentos de debates nas eleições que acabamos de realizar. Mas está claro que o que ficou é muito pouco esclarecedor para a urgência que temos de uma autêntica revolução educacional, que nos dê profissionais de qualidade em todas as áreas, a exemplo dos engenheiros tão necessários e tão escassos. |
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Comenda é entregue ao engenheiro Antônio Wilson Porto(0) O engenheiro civil Antônio Wilson Porto foi homenageado com a Medalha do Mérito Legislativo Pedro Ludovico Teixeira, em solenidade na última segunda-feira, 25 de outubro. A homenagem foi realizada no Plenário Getulino Artiaga, por meio de emenda da deputada Betinha Tejota (PSB). Antônio Wilson Porto formou-se em Engenharia Civil pela Escola de Engenharia da Universidade Federal de Goiás (UFG), em 1980. Em 2003, fez pós-graduação em Gestão Pública na Universidade Estadual de Goiás (UEG) e, em 2005, concluiu outra pós, em Engenharia Rodoviária pela Universidade de Brasília (UnB). Sua experiência profissional é marcada por atuações no serviço público, como na Agência Goiana de Transportes e Obras (Agetop), onde é gerente da Assessoria de Planejamento; no Consórcio Rodoviário Intermunicipal S/A (Crisa); na Empresa Estadual de Obras Públicas (Emop); e na Superintendência das Obras do Plano de Desenvolvimento (Suplan). Porto também foi presidente do Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia de Goiás (Crea-GO) de 1990 a 1993, e, de 1988 até hoje, exerce o cargo de conselheiro da Junta de Recursos Fiscais do Município de Goiânia, como representante do Crea. Em discurso, o engenheiro civil Antônio Wilson Porto agradeceu a homenagem recebida pela Assembleia Legislativa e disse que a vida é um ato contínuo e tudo é um processo. “Nada é por acaso, tudo que colhemos é fruto do que plantamos”, afirmou. A sessão especial, desta segunda-feira, 25, em homenagem ao engenheiro acontece no Plenário Getulino Artiaga da Assembleia Legislativa. O engenheiro disse que obras e serviços têm momentos de auge e momentos de pouco movimento no Brasil. “Este país, com dimensões continentais, não pode ter espasmos de crescimento e longos períodos de estiagem, já que temos uma máquina arrecadadora de impostos forte e muita coisa ainda a se fazer”, pontuou. Porto afirmou ainda que a homenagem de hoje é um reconhecimento ao trabalho de todos os engenheiros de Goiás. “Uma medalha com o nome de Pedro Ludovico só engrandece a homenagem, já que ele até chegou a ser preso lutando por seus ideais”, concluiu. Fonte: Portal da Assembleia Legislativa de Goiás |