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Painéis solares no telhado contribuem para o resfriamento do edifício(0)
Portal EA Estudo foi realizado por equipe da UC San Diego Jacobs School of Engineering Os painéis solares, além de gerar energia, têm a propriedade de arrefecer os edifícios. Esta é a conclusão da pesquisa levada a cabo por uma equipe liderada por Jan Kleissl, professor de engenharia ambiental na UC San Diego Jacobs School of Engineering. No estudo, a ser publicado na próxima edição da revista Solar Energy, Kleissl e sua equipe divulgam o que eles acreditam ser os primeiros resultados de medições dos benefícios fornecidos pelo resfriamento de painéis solares fotovoltaicos. Usando imagens térmicas, os pesquisadores determinaram que, durante o dia, o teto de um prédio foi de cerca de 5 graus centígrados mais frio, sob os painéis solares, que sob um telhado exposto. À noite, os painéis ajudam a manter o calor interno, reduzindo os custos de aquecimento no inverno. Como os painéis solares brotam, crescentemente, em telhados residenciais e comerciais, torna-se mais importante considerar seu impacto sobre os custos dos edifícios com energia, argumenta Kleissl. Sua equipe apurou que o montante poupado no resfriamento do edifício equivale a um desconto de 5 por cento sobre o custo dos painéis solares , ao longo da sua vida útil. Ou, dito de outra forma, a economia com os custos de resfriamento permite entregar 5 por cento a mais de energia solar à rede. Os dados para o estudo foram coletados ao longo de três dias, em abril, no telhado do Laboratório de Sistemas Estruturais de Energia da Jacobs School of Engineering, com uma câmera térmica de infravermelho. O edifício está equipado com painéis solares inclinados em relação ao telhado e painéis solares alinhados a este. Algumas partes do telhado não são cobertas por painéis. Os painéis agem como sombreamento do telhado, disse Anthony Dominguez, estudante de graduação líder no projeto. Ao invés do sol batendo no telhado, o que provoca calor a ser absorvido pelo edifício, os painéis fotovoltaicos rebatem o calor solar. Por outro lado, grande parte do calor é removido pelo vento que passa entre os painéis e o teto. Os benefícios são maiores se houver um espaço aberto, onde o ar possa circular entre o edifício e o painel solar, por isso os painéis inclinados para fornecer mais arrefecimento. Além disso, quanto mais eficientes os painéis solares, maior o efeito de resfriamento, afirma Kleissl. Para a construção estudada, os painéis reduziram a quantidade de calor absorvida pelo teto em cerca de 38 por cento. Embora as medições tenham ocorrido durante um período limitado de tempo, Kleissl está confiante que sua equipe desenvolveu um modelo que lhes permite extrapolar suas conclusões para prever os efeitos de arrefecimento ao longo do ano. Por exemplo, no inverno os painéis manteriam o aquecimento solar do edifício. Mas à noite, eles também mantêm o calor acumulado no interior. Para uma região como a de San Diego, os dois efeitos se anulam mutuamente, de acordo com Kleissl. A idéia para o estudo surgiu quando Kleissl, Dominguez e um grupo de estudantes de graduação estavam se preparando para uma conferência. Os estudantes decidiram fotografar o telhado com uma câmera de infravermelho térmica. Os dados confirmaram a suspeita da equipe que os painéis solares auxiliavam o resfriamento do telhado do prédio. “Existem formas mais eficientes para edifícios resfriados passivamente, tais como membranas reflexivas”, diz Kleissl. “Mas, se você está considerando a instalação solar fotovoltaica, dependendo das propriedades térmicas do telhado, você pode esperar uma grande redução na quantidade de energia usada para arrefecer edifícios residenciais ou comerciais.” Com financiamento adicional, a equipe afirma que poderá desenvolver uma forma de cálculo que possa ser usada para prever o efeito de resfriamento sobre cada telhado em áreas climáticas específicas. Para aumentar ainda mais a precisão dos seus modelos, os pesquisadores também poderiam comparar dois edifícios idênticos no mesmo bairro, um com painéis solares e o outro sem.O estudo foi financiado por um programa de pesquisas para estudantes de graduação da NASA.
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Castelão se destaca pela sustentabilidade(0)
Portal EA Medidas começam com a utilização de material de demolição Os estádios que estão sendo reformados ou construídos para abrigar os jogos da Copa 2014 têm em comum o desenvolvimento de estratégias sustentáveis. O Estádio Plácido Aderaldo Castelo, o Castelão, em Fortaleza, Ceará, tem se destacado não só pelo cumprimento do cronograma, mas também pelas medidas que visam um menor impacto ambiental da obra. O consórcio responsável pela execução do projeto, formado pelas empresas Galvão e Andrade Mendonça, recorreu a uma consultoria contratada especialmente para orientar todo o processo, em ações que começam no canteiro de obras, através da melhor administração dos resíduos sólidos produzidos. Exemplo é a usina de reciclagem, montada dentro do canteiro de obra para reaproveitar o concreto obtido das demolições para ser usado na pavimentação do novo estacionamento. Tal medida deverá impedir o depósito em aterros sanitários de cerca de 75% dos resíduos gerados na construção do estádio. Também a parte metálica da antiga cobertura, bem como a estrutura de aço do que foi demolido, está sendo destinada à reciclagem. Além disso, os materiais que podem ser reaproveitados estão sendo doados e destinados para seu uso original. Ao todo, mais de treze cidades foram beneficiadas com doações de quase 60 mil cadeiras, placares eletrônicos, gramado e cobertura dos bancos de reservas, entre outros. De olho no futuro As equipes de projetos, arquitetônico, hidráulico, elétrico, luminotécnico e de automação, têm trabalhado para construir a sustentabilidade do estádio. Tais inovações farão do Castelão um exemplo de estádio verde, candidato a certificação Leed. No plano nacional, o consórcio responsável pela obra já obteve o certificado ISO 14001. Utilidades Com relação às instalações hidráulicas, o Castelão contará com sistema de reaproveitamento da água da chuva para a irrigação do campo e para uso nos sanitários. Além disso, serão utilizados metais e louças com menor consumo de água, como descargas dual flush e torneiras com temporizadores. Os projetos de elétrica, iluminação e automação também estão sendo pensados para reduzir o consumo de energia nas instalações, com sistema de ar condicionado mais eficiente e sensores de presença para a iluminação, além de outras medidas para evitar o desperdício. Serão usados na obra portas com selo 100% FSC, de alcance internacional e adotado pelo Conselho Brasileiro de Manejo Florestal, que garante que a madeira extraída vem de florestas de manejo. Tintas, colas e selantes, entre outros materiais usados no dia-a-dia da obra, também estão sendo escolhidos para reduzir os compostos orgânicos voláteis, com vistas a garantir a qualidade do ar e a saúde dos trabalhadores da obra. O projeto de arquitetura prevê uma cobertura translúcida para evitar o efeito “ilha de calor”. Outra novidade diz respeito às reservas de vagas solidárias. O Castelão contará com espaços reservados para carona solidária; carro com combustível renovável e bicicletário para funcionários. |
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LOW3: projeto de casa auto-sustentável torna-se laboratório vivo(0)
Casa foi projetada por estudantes da Universidade Politécnica de Catalunya Ao longo dos anos, o Decathlon Solar (uma competição organizada pelo Departamento de Energia dos EUA) exibiu uma miríade de concepções de eficiência energética que influenciou significativamente estudantes e pesquisadores. No ano passado não foi diferente, como o LOW3, uma casa auto-sustentável a energia solar, projetada por estudantes da Universidade Politécnica de Catalunya (UPC), e que levou o prêmio máximo na categoria de Arquitetura. Formas auto-sustentáveis são uma faceta elementar da LOW3, especialmente as relativas ao seu âmbito de atuação. Os projetistas decidiram fazer a abordagem holística para esta estrutura exclusivamente movido a energia solar. Isso significa que o atributo coletivo do projeto, desde a sua concepção, tenha se baseado no conceito de sustentabilidade, desde o uso de matérias favoráveis à manutenção geral e de fácil atualização, reciclagem e renovação. A partir da perspectiva de baixo consumo de energia e baixo efeito bio-climático, os materiais e componentes já haviam sido selecionados em relação ao seu LCA (análise de ciclo de vida). A estrutura “verde” também tinha sido encarada como um elemento que contribui para a densidade espacial urbana eficiente. Assim, o recurso coletivo não se limita apenas aos componentes constitucionais da estrutura singular, mas estende-se o âmbito de uso do solo ao redor. E, portanto, finalmente, a combinação bem sucedida do estudo detalhado da literatura e sua aplicação no lado prático das coisas, acabaram por converter esta fascinante casa solar em um laboratório vivo. |
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América Latina é 2º região que mais investe em energias renováveis(0)
A América Latina foi em 2010 a segunda região do mundo que mais investiu no setor das energias renováveis, com aumento de 39% com relação ao ano anterior, segundo um relatório da Organização das Nações Unidas divulgado nesta quinta-feira (7). O setor das energias renováveis recebeu em 2010 no mundo todo investimentos no valor de US$ 211 bilhões, 32% a mais que em 2009 e 540 % acima do valor de 2004. O relatório do PNUMA (Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente) assinala que o aumento do número de fazendas eólicas da China e de pequenas plantas solares nos edifícios europeus foram os principais responsáveis pelo aumento significativo dos investimentos em 2010. Contudo, o documento também aponta que, pela primeira vez, as economias em desenvolvimento superaram às dos países desenvolvidos em termos de “novos investimentos financeiros”, ou seja, o gasto em projetos de energias renováveis de grande escala e o fornecimento de capital a companhias deste setor. No capítulo “Novos Investimentos Financeiros”, os países em desenvolvimento destinaram US$ 72 bilhões, US$ 2 bilhões a mais que os países desenvolvidos. Entre as nações em desenvolvimento, a China foi a que mais investiu em energias renováveis em 2010, com US$ 48,9 bilhões, 28% a mais que em 2009. A América Latina foi a segunda região do mundo, já que aplicou US$ 13,1 bilhões, um aumento de 39% comparado ao ano anterior. O Oriente Médio e a África empregaram US$ 5 bilhões, um aumento de 104%, a Índia US$ 3,8 bilhões – 25% de aumento, e os países em desenvolvimento da Ásia (excluindo China e Índia), US$ 4 bilhões – 4% a mais que 2009. O diretor-executivo do PNUMA e o subsecretário-geral da ONU, Achim Steiner, comunicou em nota oficial que “o crescimento sustentável deste segmento central da economia verde não é uma casualidade”. “A combinação de objetivos estabelecidos pelos governos, políticas de apoio e fundos de estímulo estão sustentando o crescimento do setor de renováveis e aproximando a transformação que tanto é necessária no nosso sistema de energia global”, acrescentou Achim. AMÉRICA LATINA Na América Latina, o Brasil, o México, o Chile e a Argentina foram os líderes em investimentos de energias renováveis. O Brasil foi o principal investidor da região, já que empregou US$ 7 bilhões. Porém, paradoxalmente o número foi 5% inferior ao de 2009. O relatório assinala que a queda de 2010 – que apontou uma baixa contínua em 2009 de 44% – foi consequência da “consolidação do setor de biocombustíveis brasileiro que está em grande medida fragmentado”. “Não foi por falta de interesse, simplesmente ficou concentrado em fusões e aquisições que não são contabilizadas como novos fundos para esse setor”, acrescentou o relatório. E a consolidação do mercado brasileiro vai continuar nos próximos anos porque ainda tem 220 empresas no mercado de etanol, embora apenas 10 tenham capacidade para gerar mais de 10 milhões de toneladas do combustível. No México, os investimentos aumentaram 348% em 2010, até chegar a US$ 2,32 bilhões, principalmente em energia eólica, mas também em geotérmica, devido à decisão das autoridades mexicanas de aumentar a capacidade das energias renováveis do atual 3,3% ao 7,5% para 2012. O grande filão desta política é a energia eólica porque os planos do governo mexicano assinalam que 4,3% da energia total do país terão que ser originadas em fazendas de vento. Em 2010, o México financiou 988 megawatts de potência de energia eólica. No Chile, onde o objetivo é providenciar para que 10% da energia seja renovável até 2025, os investimentos totalizaram US$ 960 milhões, um aumento de 21% comparado a 2009. Da mesma forma, a Argentina estabeleceu para 2016 que 8% do setor energético proceda de fontes renováveis o que significou em 2010 a multiplicação por sete até chegar a US$ 740 milhões. Já no Peru, o governo fixou que 5% será proveniente de energias renováveis até 2013. No ano passado, os investimentos chegaram a US$ 480 milhões – mais que o dobro em 2009 – destinados principalmente a pequenas centrais hidroelétricas e a plantas de etanol e biomassa. Na China, o aumento expressivo dos investimentos esteve dirigido pelo crescimento das fazendas eólicas, que abocanharam 78% da soma durante o ano e acrescentaram 17 GWh de potência ao país. No final de 2010, a capacidade total das fazendas eólicas chinesas era de 42,5 GWh, a maior do mundo e dez vezes mais que a Dinamarca. |
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Em Paris, metade das casas já têm selo verde(0)
Estadão Cerca de 80% das escolas, hospitais, museus e edifícios comerciais e metade das habitações da cidade têm certificação de sustentabilidade Capital das artes e do turismo, Paris também virou referência mundial em patrimônio sustentável. Hoje, cerca de 80% das escolas, hospitais, museus e edifícios comerciais e metade das habitações da cidade têm certificação de sustentabilidade. Tanto o certificado quanto o cálculo de impacto ambiental dos produtos usados nas obras foram adotados como política pública. O sistema de certificações de Paris teve início nos anos 90. Em 1996, surgiu a HQE, sigla em francês para alta qualidade ambiental, que se tornou uma das principais certificações de construção civil do mundo. Para recebê-la, a construção precisa atender a 14 critérios, como ter um canteiro de obras de baixo impacto e fazer o manejo da água adequado. Em prédios já construídos, as modificações são feitas com o cuidado de não alterar características do patrimônio. “Aproveita-se o que é atual sob o ponto de vista de eficiência e tenta-se substituir o que é obsoleto, interferindo o mínimo possível na estrutura”, afirma Ana Cunha, engenheira portuguesa da Qualitel, organização não-governamental responsável pela certificação de residências em Paris. “Na performance energética, é mais fácil não interferir. E reformas para melhora acústica podem ficar limitadas.” Além da Qualitel, que certifica conjuntos habitacionais e residências, existe na França o Centro Científico e Técnico de Construção (CSTB), ligado ao governo, que faz a certificação ambiental de museus, hospitais, bibliotecas e prédios comerciais. A certificação tem custo alto. Mas isso não foi obstáculo a um acordo fechado em 2009 pelo Ministério do Meio Ambiente e outras agências do governo com as instituições francesas de certificação ambiental para transformar o HQE em política pública. O compromisso inclui a exigência da Declaração Ambiental de Produto (EPD, na sigla em inglês), documento com o cálculo de impacto ambiental de cada produto em todo seu ciclo de vida. “A ideia é mensurar o desempenho ambiental de toda a malha urbana”, explica Julien Hans, chefe de Divisão Ambiental da CSTB e criador da base de dados com todos os parâmetros ambientais da maioria dos produtos da construção civil. Chamada de Inies, a base pode ser acessada na internet. Tanto a base como a HQE foram incorporadas ao Plano de Ação Climática de Paris. “A meta é reduzir o consumo de energia em 25% entre 2004 e 2020”, disse o secretário de Emprego e Desenvolvimento Econômico, Christian Sautter. Coube a ele assinar outro plano, em 2007, com entidades da construção civil. “Vai facilitar a certificação das habitações privadas.” A HQE já chegou ao Brasil, com a sigla Aqua. A responsável pela concessão é a Fundação Vanzolini. |
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Cidades alemãs conseguem transformar esgoto em eletricidade(0) Jornal Nacional, edição 13/6/11 A população gasta menos, os rios ficam limpos e não há emissão de gases que provocam o efeito estufa. A Alemanha anunciou o fechamento de todas as usinas nucleares do país até 2022 O ano de 2011 está chegando à metade e já entrou para a história por causa de um desastre. O tsunami que atingiu a usina nuclear japonesa de Fukushima espalhou no planeta a preocupação com a segurança desse tipo de instalação. A ponto de a Alemanha ter anunciado, na semana passada, o fechamento de todas as usinas nucleares do país até o ano de 2022. A contagem regressiva dos alemães para encontrar alternativas energéticas já começou, mas eles têm algumas experiências bem-sucedidas nesse desafio. Como as que você vê na reportagem de Sônia Bridi e Paulo Zero. Hamburgo é uma grande cidade e o segundo maior porto da Europa. Perto dos guindastes, uma construção lembra imensos ovos de páscoa. São tanques para tratar o esgoto residencial e industrial de 2 milhões de habitantes. Os resíduos líquidos passam por processo de purificação e são devolvidos como água limpa para o rio. Os sólidos, primeiro liberam gás metano, que é distribuído como gás de cozinha à população. Depois são secados e incinerados. O calor toca uma usina termoelétrica, que produz energia suficiente para toda a rede de coleta e tratamento de água e esgoto de Hamburgo. “O nosso preço é menos da metade da média da Europa por litro de água tratada”, conta o engenheiro responsável pela usina. A população gasta menos, os rios ficam limpos e não há emissão de gases que provocam o efeito estufa. Um projeto em que todo mundo ganha. Como na pequena vila de Ivenack, na parte mais pobre da Alemanha. Em Ivenack faltava energia e sobrava esterco de gado, criado confinado em galpões. O prefeito então pensou em resolver os dois problemas de uma vez: com um biodigestor, alimentado com palha de milho e com o esterco, que vem de caminhão das fazendas. Tudo vira gás metano, queimado para esquentar a água que aquece as casas no rigoroso inverno do norte. O calor sai a 95ºC. A água quente passa por todas as casas para fazer o aquecimento e volta, em um circuito fechado, então chega de volta a 70°C. O que significa que é preciso menos energia para manter nesta temperatura sempre. Na reforma da sede da fazenda coletiva dos tempos comunistas, o prefeito encheu os telhados de painéis que mesmo por lá, onde o sol é raro, transformam seu calor em energia elétrica. Toda a energia produzida nesses painéis é jogada na rede de distribuição, que já chega a todas as casas da vila. No fim do mês, o que a prefeitura e a empresa de energia têm que fazer é sentar para fazer o acerto de contas. E a prefeitura só paga a diferença entre o que produziu e o que a vila gastou. O prefeito se orgulha do que fez: “Esse tipo de energia sustentando uma comunidade pode ser um bom negócio para o Brasil”, diz ele, que convida: “Quem estiver interessado pode vir que mostramos o que fizemos aqui. Estamos de braços abertos!”. *** Para assistir a essa reportagem, clique aqui. |